quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Coencidências do Amor


Kassie (Jennifer Aniston) é uma mulher com problemas de relacionamento que decide ser mãe através de inseminação artificial. Ela conta seu plano para seu melhor amigo, Wally (Jason Bateman), um homem neurótico e ainda apaixonado por Kassie, e ainda pede a ele ajuda para encontrar um parceiro. Após uma grande festa para celebrar o dia em que será feita a ovulação (???), Kassie se muda e retorna seis anos depois a Nova York, sem imaginar que descobriria toda a verdade sobre seu filho, uma criança neurótica que nada tem a ver com o doador que ela escolheu...

Talvez a sinopse que resumi acima possa ter ficado meio complicada de entender, mas não é. Coencidências do Amor pode ser mais um filme de comêdia romântica como os que pipocam todos os anos, mas sem entrar em detalhes, sua premissa consegue pelo menos ser diferente, empolgante e divertida. É imersivo, e delicionamente interessante, quando o pequeno filho de Kassie, Sebastian (Thomas Robinson, uma criança extremamente talentosa e que é a melhor coisa do filme) encontra o pai original e descobrem que têm tanto em comum. Não vou dizer diretamente, mas pelo primeiro parágrafo do texto, acho que já dá para ter uma ideia de quem é o sujeito, não?

Jennifer Aniston está mais uma vez fazendo uma personagem parecida (como em Marley e eu e Separados pelo casamento), mas tem que se reconhecer que a atriz tem carisma para esse tipo de papel, tanto quanto Jim Carrey e Steve Carrell possuem para a comédia. Outras atuações pequenas, como as de Jeff Goldblum (Jurassic Park), Juliette Lewis (Starsky e Hutch) e Patrick Wilson (Watchmen), servem para dar um tempero a mais no filme, que pode até não surpreender e trazer fórmulas prontas como os demais, mas que ainda consegue tocar o coração.

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